Criatividade e intensidade eram duas das marcas que mais diferenciavam Paulo Gustavo, diz Luciano Huck em entrevista à Rádio Bandeirantes

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Foto: Reprodução da internet

Nesta manhã (05), Luciano Huck deu uma entrevista para a Rádio Bandeirantes falando sobre o ator e humorista Paulo Gustavo. Na conversa ele se demonstrou bem emocionado ao falar do seu grande amigo.

“Criatividade e intensidade eram duas das marcas que mais diferenciavam Paulo Gustavo. Paulo era um cara que tinha pressa na vida, uma cabeça muito intensa. Era cheio de ideias, planos, coisas a fazer. Intensidade no trabalho, na família, nos amigos “, disse Huck.

Em um momento difícil, o Brasil inteiro lamentando a perda de um grande artista por covid – 19, Jair Bolsonaro voltou a afirmar que pode editar um decreto contra restrições. Para Luciano Huck, a ameaça do presidente da República é uma “bravata”.

“Eu acho que é bravata. Não tenho a menor dúvida de que a proteção da economia ou dos empregos não é botar as pessoas na rua circulando e se infectando. Primeiramente, era você ter planejado a vacina. Nos países que conseguiram implementar programas de vacinação organizados a população está praticamente imune. A vida tá voltando. E a gente não. A gente tá atolado e empacado porque foi muito incompetente na gestão dessa crise sanitária”. contou o apresentador.

Luciano que está na mira para possível nome de centro para disputar a presidência da República, o apresentador acha que política não pode se misturar com paixão. Huck durante esse assunto fez uma comparação com o futebol e o time de coração para poder formalizar e explicar o seu ponto de vista sobre essa relação.

“Meu Corinthians foi para a 2ª divisão e eu continuava corintiano. A relação que a gente tem da paixão pelo futebol não pode se conectar com a política. Política não é pra ter uma relação apaixonada. A política tem que ser uma relação de cliente e fornecedor. Alguém tá te oferecendo um serviço que pode melhorar a sua vida e se não der certo você troca o fornecedor. A gente precisa ter uma relação com a política não de morrer e matar, mas sim do que é melhor pra todos. Não é o que tá acontecendo”.

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